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domingo, 26 de janeiro de 2014

6 Fatos que seu Professor Esquerdista não te Contou

1. O comunismo falhou miseravelmente



Estima-se que os regimes comunistas ao longo do século XX tenham matado pelo menos 100 milhões de pessoas em todo mundo. Alguns podem até contestar esse número, mas precisam admitir que é impossível esconder tantas mortes varrendo tudo pra debaixo do tapete. Crimes de tamanhas proporções deixam rastros visíveis demais para serem ignorados.

Este número inclui não só as pessoas que foram mortas pela repressão típica destes regimes totalitários mas também em consequência de suas políticas econômicas desastrosas, tais como os confiscos que resultaram na fome russa de 1921 e no Holodomor ou a coletivização forçada do campo, implementada por Mao Tse Tung que resultou na Grande Fome Chinesa e por sua vez matou cerca de 20 milhões de pessoas.



Alguns regimes foram letais ao extremo. É o caso do Khmer Vermelho no Camboja que conseguiu exterminar nada mais, nada menos que um terço da população do país. 

O pior de tudo é que o comunismo acabou desmoronando em todos estes países e seu modelo teve que ser abandonado. Todas estas pessoas morreram em vão. Em nome de um ideal fracassado. O muro de Berlim caiu. A União Soviética não existe mais e a China mergulha de cabeça no capitalismo.

Mas não só o velho comunismo falhou. Os novos modelos de socialismo parecem fadados ao mesmo destino. O assim chamado "socialismo do século XXI" praticado na vizinha Venezuela dá claros sinais de que não poderá se sustentar por muito tempo. O país, mesmo tendo uma das maiores reservas de petróleo do mundo é assolado hoje por escassez de todo tipo de bem imaginável, de energia elétrica à papel higiênico, passando por frango, leite e outros produtos essenciais. Tem uma das taxas de inflação mais altas do mundo e uma taxa de homicídios também entre as mais altas do mundo.


2. A teoria de Marx foi refutada


Karl Marx construiu toda a sua teoria em cima de uma idéia errada herdada dos economistas clássicos: A teoria do Valor Trabalho. Segundo a teoria do Valor Trabalho, o valor real de  uma mercadoria era definido pela quantidade de trabalho investido na sua produção.

Com base nisso, Marx arroga ter descoberto o conceito da Mais Valia que dizia o seguinte: Se a mercadoria vale a quantidade de trabalho investida na sua produção, para que o patrão, que não trabalha diretamente, tenha lucro, ele precisa pagar aos funcionários, um valor menor do que o trabalho que eles investiram na produção da mercadoria. Dessa forma os patrões exploram o proletariado.

Porém Marx estava errado em vários pontos, desde o diagnóstico do problema, até a sua solução. A Teoria do Valor Trabalho foi refutada pela teoria da Utilidade Marginal, desenvolvida simultaneamente por três economistas: Stanley Jevons na Inglaterra, Leon Walras na França e Carl Menger na Áustria. Os três, ao mesmo tempo, em países diferentes e praticamente sem entrar em contato um com o outro, perceberam que o que confere valor a uma mercadoria não é o trabalho, mas a sua utilidade. 
Uma mercadoria que exigiu muito trabalho pra ser produzida não terá nenhum valor se não for útil. Portanto, é a utilidade que as pessoas conferem às mercadorias que determina seu valor. Os custos de produção, entre eles o do trabalho, é que precisa se ajustar aos preços de mercado.

Especula-se que este desmascaramento esteja por trás da atitude de Marx de adiar a publicação dos volumes seguintes da sua obra máxima: O Capital, que só foram publicados após sua morte, por Engels. 

Outros economistas posteriores como Ludwig von Mises e Friedrich A. Hayek dariam mais detalhes sobre a inviabilidade do socialismo, explicando que dessa forma, a única maneira de medir a utilidade de um produto é através do mecanismo de oferta e demanda do livre mercado. 
Se o livre mercado é suprimido, não há o mecanismo de oferta e demanda, se não há livre equilíbrio entre oferta e demanda, a economia se torna um caos. Por isso, abolir o mercado e concentrar as decisões econômicas no estado que tenta calcular o preço das mercadorias com base no trabalho é impossível e tende ao fracasso.


3. As previsões de Marx não se cumpriram até o presente momento


Com base na sua ideia de Mais Valia e de exploração do proletariado, Marx previu que a situação dos trabalhadores iria se deteriorar cada vez mais. Como, segundo Marx, para garantir o lucro do patrão, o valor das mercadorias é vendido sempre acima daquilo que os trabalhadores recebem para produzi-las, o custo de vida destes aumentaria cada vez mais.
Isso iria gerar ciclos econômicos e crises frequentes, com cada nova crise sendo pior que a anterior, até que chegaria o momento em que o capitalismo entraria em total colapso, os trabalhadores se revoltariam, fariam uma revolução e implantariam o socialismo.

Só que nada disso aconteceu. Na verdade aconteceu o exato inverso.

O capitalismo é marcado por crises constantes sim, mas ele sai mais forte de cada uma delas.
A Grande Depressão foi com certeza a maior de todas as crises do capitalismo, mas isso já foi há mais de 80 anos. O capitalismo jamais passou por outra crise semelhante. Desde então é inegável que a qualidade de vida e a economia prosperaram enormemente nos países capitalistas.
Ao contrário do que Marx previra, a qualidade de vida das classes menos favorecidas aumentou e a pobreza extrema está sendo reduzida gradualmente em todo mundo. 

Para entender a velocidade desse progresso considere as Metas do Milênio apresentadas em 2000 pela ONU. O objetivo era reduzir pela metade o número de pessoas vivendo com 1 dólar por dia até 2015. Essa meta foi atingida cinco anos mais cedo.


4. A maioria dos países mais pobres do mundo tiveram regimes de inspiração socialista por longos anos


Você já deve ter ouvido falar que a culpa pela fome e pela miséria no mundo é do capitalismo.
Mas o que seu professor esquerdista não te contou é que o socialismo já foi e continua sendo, uma força extremamente influente no mundo. As idéias socialistas não vão contra o Status Quo, ela é parte do Status Quo. Ela é a parte ruim dele diga-se de passagem.

Muitos países que você imagina serem vitimas do capitalismo já tiveram regimes de inspiração socialista. Só no continente africano: Angola, Moçambique, Benin, República do Congo, Etiópia e Somália tiveram suas economias destruídas por regimes comunistas que duraram vários anos e quase todos continuaram tendo economias bastante controladas pelo estado mesmo depois disso.

Seu professor esquerdista também deve ter falado pouco sobre regimes de inspiração socialista na Líbia e no Iêmen. Sobre o partido Baath no Iraque e na Síria. Que países que fizeram parte da União Soviética e que mantiveram um modelo parecido, mesmo com o fim do comunismo, como é o caso do Uzbequistão, tem a maioria da sua população na miséria.

Também não deve ter falado nada sobre como políticas socialistas devastaram o Zimbábue. Nem que a Índia, país que concentra a maioria dos miseráveis do mundo, por quase 40 anos teve uma sucessão de governos populistas, paternalistas, intervencionistas e que se inspiravam na economia soviética. Durante todo este período o país esteve completamente estagnado e só começou a crescer nos anos 90, justamente depois que o governo promoveu amplas reformas liberais, que apesar de tímidas, já conseguiram reduzir drasticamente a miséria no pais.


5. Os países mais liberais estão entre os mais desenvolvidos ou entre os que mais rápido se desenvolvem


Outra coisa que seu professor esquerdista não deve ter te contado, é que todos os países com IDH considerado "muito alto" são, de uma forma ou de outra, capitalistas. Aposto que você não sabia que a Nova Zelândia estava completamente quebrada nos anos 80, mas que depois de uma reforma liberal radical, conseguiu se reerguer e chegar ao posto de 6º melhor IDH do mundo. Que os Estados Unidos, 3º melhor IDH do mundo, maior economia do mundo e país mais inovador do mundo em número de patentes, tem a liberdade de mercado e a propriedade privada como parte inseparável da sua história, da sua cultura, das suas instituições e da sua própria identidade nacional.

Não deve saber que a carga tributária da Austrália (2º melhor país pra se viver do mundo) é de apenas 33,2% do PIB, que o Canadá foi considerado o 2º melhor país para se fazer negócios pelo Fórum Econômico Mundial, nem que Hong Kong e Singapura (13º e 18º melhores IDHs respectivamente) eram países miseráveis até bem pouco tempo atrás. Conseguiram chegar ao posto em que estão hoje em menos de 30 anos e são justamente, os dois países mais liberais do mundo.


Nem todo país liberal é desenvolvido, mas com certeza todos eles estão no caminho. Um exemplo é o Panamá, o país da América Central que teve o 8º maior crescimento do PIB em 2012 e que está entre os que mais reduziram a pobreza nos últimos anos, ou o Peru, que apesar de ainda ser bastante pobre, também vem conseguindo reduzir drasticamente a pobreza e teve o maior crescimento do PIB da América do Sul em 2012.


6. Distribuição de Renda pode não servir pra nada


Os socialistas dão a entender, através de seu discurso, que a desigualdade é o grande mal do mundo. Para descreditar as políticas liberais, apontam para um "aumento da desigualdade" como se isso fosse sempre um mal e como se igualdade fosse sempre um bem.

São incapazes de perceber que desigualdade não significa pobreza e que igualdade não significa riqueza. Um povo pode ter igualdade, mas serem todos iguais na pobreza. Da mesma forma, outro povo pode, apesar da desigualdade, garantir um nível de vida satisfatório para os mais pobres.

A prova disso é que a desigualdade medida pelo Coeficiente GINI, revela algumas coisas bem interessantes:

- A Etiópia é um dos países mais igualitários do mundo. É inclusive mais igualitária que a média dos países da União Européia. Outro que também está entre os mais igualitários é o Paquistão.
Mas onde é que existe mais pobreza? No Paquistão e na Etiópia ou na União Européia?

- O Timor Leste é mais igualitário que Espanha, Canadá e França

- O Bangladesh, outro país que concentra massas de miseráveis é mais igualitário que Irlanda e Nova Zelândia.

- A Índia é mais igualitária que o Japão.

- O Malawi é mais igualitário que o Reino Unido.


E a lista segue adiante. Os exemplos são inúmeros mas todos eles levam a uma conclusão inequívoca: Igualdade não serve pra porcaria nenhuma.


Fontes:

Ranking de Países por IDH (qualidade de vida)
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_%C3%8Dndice_de_Desenvolvimento_Humano

Ranking de Países por Distribuição de Renda (Índice GINI)
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2172rank.html

Ranking de Países por Índice de Homicídios
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_taxa_de_homic%C3%ADdio_intencional

Países onde é mais fácil fazer negócios:
http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200902031523_RED_77804209

Ranking de Países por tamanho da Carga Tributária
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2221rank.html

Ranking de Países por crescimento do PIB em 2012
https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/rankorder/2003rank.html

Sobre os governos socialistas na Índia e sua posterior reforma liberal:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Economia_da_%C3%8Dndia

Sobre as reformas liberais na Nova Zelândia:
http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=692

Países que já foram socialistas:
Angola - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_de_Angola
Benim - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_do_Benim
Congo - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_do_Congo
Etiópia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Democr%C3%A1tica_Popular_da_Eti%C3%B3pia
Moçambique - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_de_Mo%C3%A7ambique
Somália - http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Democr%C3%A1tica_da_Som%C3%A1lia
Iêmen - http://pt.wikipedia.org/wiki/I%C3%A9men_do_Sul

Sobre o partido socialista Baath que governou Iraque e Síria
http://pt.wikipedia.org/wiki/Partido_Baath

Sobre os 100 milhões de mortos deixados pelo comunismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Livro_Negro_do_Comunismo

Sobre o regime socialista que exterminou um terço da população do Camboja
http://pt.wikipedia.org/wiki/Khmer_vermelho

Sobre a teoria da Utilidade Marginal que refutou as teorias de Marx
http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_marginalista

Gráficos mostrando a redução da miséria absoluta em todo o Mundo e quais países foram mais eficientes nisso:
http://povertydata.worldbank.org/poverty/home

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

10 Recentes descobertas incríveis da Segunda Guerra Mundial

A Segunda Guerra Mundial redesenhou o mapa do mundo, e causou mudanças sociais e econômicas que até hoje nos influenciam. Só que essas influências nem sempre são intangíveis. Veja aqui dez descobertas recentes que remontam àquele conflito sangrento:


1. Cartão postal enviado pelos pais de um soldado às irmãs dele



70 anos atrás, o soldado George Leisenring estava em recuperação no hospital do exército Camp Grand em Rockford, Illinois, e recebeu a visita dos seus pais, que prontamente enviaram um cartão postal para as irmãs Pauline e Theresa Leisenring, em Elmira, Nova Iorque.

O recado era simples: “Queridas Pauline e Theresa, chegamos em segurança, fizemos uma boa viagem, mas estamos bem e cansados”, no entanto, o cartão só chegou em 2012 na residência da família, 70 anos depois de enviado, e eles já não moravam mais lá.

2. Arte roubada pelos nazistas encontrada em apartamento na Alemanha


Romania Netherlands Art Heist

Cerca de 1.500 obras de arte de gênios como Picasso, Renoir, Matisse e Chagall haviam sido dadas por perdidas desde o bombardeio de Dresden, em 1945, até serem encontradas atrás de latas de comida apodrecida em um apartamento de Munique.
Valendo talvez bilhões de dólares, as obras foram achadas no apartamento de Cornelius Gurlitt, filho de Hildebrand Gurlitt, um negociante de artes que fora encarregado de cuidar das obras roubadas pelos nazistas.
Alemão tinha R$ 3 bilhões em pinturas roubadas pelos nazistas em seu apartamento.

Sem um emprego ou qualquer forma de sustento, Cornelius sobrevivia vendendo as obras de arte uma de cada vez, obtendo somente o dinheiro necessário para viver de forma discreta. Os investigadores esperam agora devolver as obras a seus legítimos donos.

3. Pombo correio encontrado com mensagem secreta em uma chaminé


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Ao reformar a lareira de sua casa em Surrey, Inglaterra, David Martin descobriu uma mensagem codificada ainda presa ao esqueleto de um pombo correio.
Acredita-se que o pombo estava vindo de detrás das linhas inimigas em direção a Bletchley Park, Surrey, principal centro de descriptografia britânico durante a Guerra. A ave nunca chegou a seu destino, provavelmente porque estava cansada, desorientada ou perdida, e pousou na chaminé de Martin, onde morreu e ficou por 70 anos.

4. Barris de gordura, lançados a uma praia escocesa


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Depois de uma tempestade que atingiu a Reserva Natural St. Cyrus, cerca de 160 km ao norte de Edimburgo, Escócia, foram encontrados barris de gordura de um naufrágio da época da Segunda Guerra.
Os barris de madeira já haviam se desintegrado há muito tempo, mas o conteúdo dos mesmos manteve seu formato, e ainda estavam brancos abaixo dos mexilhões.
Geólogos encontram 90 bilhões de barris de petróleo no ártico.
Provavelmente, a gordura veio de um navio mercante afundado durante a Segunda Guerra, e tem alcançado a praia durante as tempestades mais fortes, a cada poucas décadas. Além da gordura, também foram descobertos trilhos, bunkers de concreto e folhas de ferro corrugado, usados para construir defesas costeiras durante a guerra.
                
                   5. Campo de batalha encontrado incólume

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Em 2010, o ex-capitão do exército Brian Freeman encontrou um campo de batalha cerca de 8 km da aldeia Eora Creek, nas florestas da Papua Nova Guiné, com os restos mortais de soldados japoneses.
Acredita-se que o local foi o campo da última batalha importante entre as forças japonesas e australianas. Ele era conhecido pelos habitantes locais, que caçavam nas florestas em torno do mesmo, mas evitavam a área com medo dos espíritos dos mortos. Acredita-se que era uma posição importante da defesa japonesa, bem como um centro hospitalar na época.

6. Super submarino japonês


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O I-400 era o maior e mais avançado submarino de sua época, sendo capaz de viajar uma volta e meia em torno do globo sem precisar reabastecer, além de liberar três bombas de 1.800 kg.
Um destes submarinos, desaparecido desde 1946, foi encontrado a sudoeste da costa de Oahu, a mais de 2.300 pés de profundidade (cerca de 700 metros). Ele havia sido capturado no fim da Segunda Guerra pelos militares americanos e mantido em Pearl Harbor para inspeção.
Quando se iniciou a Guerra Fria, os soviéticos exigiram ter acesso ao mesmo, segundo um acordo da Segunda Guerra, mas os Estados Unidos, que não queriam que a tecnologia caísse em mãos soviéticas, negaram ter qualquer conhecimento sobre a localização do veículo.

7. Milhões de dólares em lingotes de prata


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Em 1941, os nazistas afundaram um navio mercante a cerca de 480 km da costa da Irlanda. O naufrágio continha aproximadamente 1.547 lingotes, ou 55 toneladas de prata, valendo cerca de US$ 36 milhões (mais ou menos R$ 85 milhões). O navio, chamado Gairsoppa, estava fazendo uma rota da Índia a Liverpool, quando uma tempestade forte e falta de carvão fez com que se afastasse do comboio militar.
Um U-boat nazista encontrou e torpedeou o navio e, dos 86 homens a bordo, apenas um sobreviveu a longa viagem até a praia.

8. Bomba explode e mata operador de escavadora


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Um operador de escavadeira, trabalhando em uma construção na Alemanha, inadvertidamente movimentou uma bomba que estava enterrada por décadas nos restos de uma construção na Alemanha.
A explosão o matou e feriu outros oito trabalhadores. Prédios e carros em torno do local foram abalados, e a explosão foi sentida a um quilômetro de distância.
A bomba foi lançada no local pelos aliados nos anos 1940, em um esforço para paralisar a guerra nazista. Fábricas no noroeste da Alemanha eram o alvo. Até hoje, explosivos são encontrados na região.

9. Restos mortais em um bombardeiro


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Em julho de 1943, um bombardeiro SDB-4 Dauntless decolou do Aeroporto de Turtle Bay, na Ilha Espiritu Santo, nas Novas Hébridas (atualmente chamadas de Vanuatu), e nunca retornou. O Sargento Thomas L. Meek, de 19 anos, e o Capitão Henry S. White, com 23 anos, estavam nele.
O avião caiu em um recife de corais próximo, mas as buscas não deram resultados até 2010, quando restos dos dois militares foram encontrados. Além disso, foram achadas moedas americanas e australianas, as barras do capitão, e uma identificação militar americana do Sargento, com nome e número de serviço.
Como não foi possível identificar quem era quem, os dois militares foram enterrados em um mesmo caixão no cemitério militar em Arlington.

10. Submarino alemão


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Em abril de 1944, um submarino U-550 torpedeou o navio-tanque SS Pan Pennsylvania a cerca de 112 km a sul de Nanticket, Massachusetts. O navio estava a caminho da Grã-Bretanha com 140.000 barris de gasolina.
Após torpedear o navio, o submarino tentou se esconder abaixo do tanque, mas foi descoberto pelo USS Joyce, um dos três navios escolta do tanque. O Joyce danificou o submarino com cargas de profundidade, forçando-o a subir à superfície, onde foi atacado por outro dos navios.
A tripulação abandonou o U-550 depois de preparar cargas explosivas no mesmo, para afundá-lo definitivamente. Seu local de seu repouso final permaneceu um mistério por quase 70 anos.

Bônus: Soldados mortos em batalha, da Primeira Guerra Mundial

soldados congelados preservados 1 guerra mundial 2


A Primeira Guerra Mundial aconteceu principalmente na Europa, durante o período de 1914 a 1918, e mobilizou cerca de 70 milhões de militares, com pelo menos 9 milhões de baixas. Era chamada de Grande Guerra, e era a Guerra Para Acabar com Todas as Guerras. Até iniciar a Segunda Guerra Mundial.
Ninguém espera encontrar corpos de soldados desta guerra que começou 100 anos atrás, mas é exatamente isto que está acontecendo na vila alpina de Peio. São baixas da Guerra Branca, uma parte obscura daquela guerra, que aconteceu a altitudes de mais de 1.900 metros. As tropas da Itália recém unificada, chamados Alpini, lutaram contra os Kaserschützen, os equivalentes austríacos, controlados pelos Hapsburgos, em maio de 1915.



Com o derretimento das geleiras causado pela Mudança Climática, começaram a aparecer primeiro diários, cartas para familiares e cartas de amor, e outros objetos pessoais, seguidos de armas e munições, saindo do meio do gelo, até que começaram a aparecer corpos congelados, perfeitamente preservados pelo frio.
Entre as descobertas, em uma trincheira, dois soldados austríacos, que tinham 17 e 18 anos quando morreram, com buracos de bala nos crânios, em outra trincheira, três solados, provavelmente padioleiros austríacos, presos no mesmo bloco. Todos os corpos encontrados, cerca de 80 até agora, estão sendo enterrados no cemitério de Peio, Itália.

Fonte: http://hypescience.com/

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

José Américo de Almeida - O homem de Areia


O escritor e político paraibano José Américo de Almeida nasceu no engenho Olho d`Água, município de Areia, no dia 10 de janeiro de 1887, filho de Inácio Augusto de Almeida e de Josefa Leopoldina Leal de Almeida.
         
Iniciou seus estudos no engenho onde nasceu, com a professora Júlia Verônica dos Santos Leal. Após a morte do seu pai, aos nove anos, foi entregue aos cuidados de um tio, o padre Odilon Benvindo, que tentou iniciá-lo na carreira eclesiástica, internando-o no Seminário de João Pessoa. Sem vocação, no entanto, deixou o Seminário e ingressou no Liceu Paraibano e depois na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se em 1908.
         
Depois de formado voltou à Paraíba, onde foi nomeado promotor da comarca de Souza.

Ocupou importantes cargos públicos nas esferas estadual e nacional. Foi procurador-geral, consultor jurídico, secretário estadual das pastas do Interior e Justiça e Segurança Pública (no governo de João Pessoa), governador da Paraíba, ministro da Viação e Obras Públicas, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e embaixador do Brasil junto à Santa Sé, no governo do presidente Getúlio Vargas, exercendo ainda mandatos de deputado federal e senador pelo seu Estado.

Da dir. para esq.: (sentados) GV, Jose americo de almeida, Danto Coelho e Ernani do amaral peixoto, em 1934
Em 1937, foi lançado como candidato à presidência da República, porém em novembro deste mesmo ano, Getúlio Vargas fechou o Congresso Nacional e cancelou as eleições presidenciais, dando início ao Estado Novo (1937-1945).

José Américo afastou-se de Vargas, mas continuou como ministro do TCU durante todo o período do Estado Novo, voltando às suas atividades políticas no final de 1944.

Eleito senador pela Paraíba, em fevereiro de 1945, recompôs-se politicamente com Getúlio Vargas, voltando a assumir o Ministério da Viação e Obras Públicas, cargo que ocupou até a morte de Vargas em 1954.

Candidatou-se à vice-presidência da República, em 1946, mas perdeu a eleição para o senador Nereu Ramos.

Em janeiro de 1947, foi eleito senador pela Paraíba e escolhido para presidir o partido da União Democrática Nacional (UDN), porém, no ano seguinte, desligou-se do partido por divergir de algumas de suas linhas de atuação e fundou, no seu estado natal, o Partido Libertador, pelo qual se elegeu governador em 1950.
José Américo de Almeida inaugurando o Colégio Estadual da Prata em Campina Grande - PB 

Lançou-se candidato ao Senado Federal, em 1958, mas não conseguiu eleger-se, afastando-se então da vida pública. Num retiro voluntário, recolheu-se à sua residência na praia de Tambaú, em João Pessoa, ficando conhecido posteriormente  como o Solitário de Tambaú.

Além de político, José Américo também se destacou como escritor. Escreveu várias obras, porém sua obra-prima é o romance regionalista A bagaceira, lançado em 1928 e, atualmente, com mais de trinta edições em língua portuguesa e traduções para diversos idiomas, entre os quais o espanhol, o inglês, o francês e o esperanto.

Em 1967, foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras, na Cadeira 38, cujo patrono é Tobias Barreto, sucedendo ao professor Maurício Medeiros.
Foi colaborador da Revista Era Nova e do jornal A União, de João Pessoa, na Paraíba.
Quando se afastou da vida pública, dedicou-se a escrever suas memórias, publicando O ano do nego, em 1968, Eu e eles, em 1970 e Antes que me esqueça, em 1976.

Foi homenageado pela União Brasileira de Escritores, em 1976, com título de O Intelectual do Ano, recebendo o troféu Joça Pato.
Obra Literária publicada em 1923


Publicou dezessete obras: Reflexões de uma cabra (1922); A Paraíba e seus problemas (1923); A bagaceira (1928); Ministério da Viação no Governo Provisório(1933); O ciclo revolucionário do Ministério da Viação; O boqueirão; Coiteiros (1935); As secas do Nordeste (1953); Ocasos de sangue: crônicas (1954; Sem me rir, sem chorar(1957); Discursos do seu tempo (1964); A palavra e o tempo (1965); Ad imortalitatem(discurso de posse na ABL, 1967); O ano do nego(1968); Graça Aranha, o doutrinador: ensaio (1968); Eu e eles (1970); Quarto minguante: poesia (1975); Antes que me esqueça (1976).

José Américo de Almeida morreu no dia 10 de março de 1980, em João Pessoa, capital da Paraíba.

Museu José Américo de Almeida (Sua antiga residencia)


 Depois da sua morte, a casa em que vivia foi transformada em museu, guardando as mesmas características de quando nela residia. Hoje o Museu José Américo de Almeida faz parte da Fundação José Américo, órgão cultural mantido pelo Governo da Paraíba.

Documentário breve contando a sua história

         


      Recife, 28 de julho de 2005.
               (Atualizado em 28 de agosto de 2014).


sábado, 18 de janeiro de 2014

Comunismo e nazismo: dois monstros idênticos


The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.


No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história.

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O livro “The Devil in History: Communism, Fascism and Some Lessons of the Twentieth Century”, do professor Vladimir Tismaneanu, é o livro definitivo sobre estas duas pestes bubônicas. Extremamente documentado e elegantemente escrito, traz à luz não apenas as semelhanças ideológicas entre fascismo e comunismo mas também os métodos de manipulação semelhantes usados por ambos para criar movimentos de massa destinados a fins apocalípticos.

Eu vivi tanto sob o Terceiro Reich quanto sob o Império Soviético e sei que um mero mortal qualquer que ousasse traçar um mínimo paralelo entre comunismo e nazismo acabaria atrás das grades – se tivesse sorte. Os nazistas, indignados, descartavam qualquer relação com o comunismo, do mesmo modo como os comunistas, nervosamente, rejeitavam qualquer comparação com o nazismo/fascismo. Mas não os seus líderes. No dia 23 de agosto de 1939, quando o ministro das Relações Exteriores soviético, Vyacheslav Molotov, e o seu colega alemão equivalente, Joachim von Ribbentrop, se reuniram no Kremlin para assinar o infame Pacto de Não-agressão Hitler-Stalin, Stalin estava eufórico. Ele disse a Ribbentrop: “O governo soviético leva muito a sério este novo pacto. Eu posso garantir, sob a minha palavra de honra, que a União Soviética não trairá o seu parceiro”. (John Toland, “Adolf Hitler” (New York: Doubleday, 1976, página 548)

Havia muitas razões para Stalin estar alegre. Tanto ele quanto Hitler acreditavam na necessidade histórica de expandir o território dos seus impérios. Stalin chamava isso de “revolução do proletariado mundial”. Hitler chamava de “Lebensraum” (espaço vital). Ambos basearam as suas tiranias no roubo. Hitler roubou a riqueza dos judeus. Stalin roubou a riqueza da igreja e da burguesia. Ambos odiavam religião, e ambos substituíram Deus pelo culto às suas próprias pessoas. Ambos eram também profundamente anti-semitas. Hitler matou cerca de 6 milhões de judeus. Durante a década de 1930, apenas Stalin – oriundo da Georgia, onde os judeus haviam sido escravos até 1871 – prendeu cerca de 7 milhões de russos (a maior parte judeus) sob a acusação de espionagem a serviço do sionismo americano e os matou.

“The Devil In History” não é o primeiro livro a estudar a relação entre fascismo e comunismo, mas é o primeiro escrito por um eminente estudioso em cujo sangue correm os genes dos dois movimentos. Os pais de Vladimir Tismaneanu lutaram pelo fascismo nas Brigadas Internacionais durante a Guerra Civil Espanhola, viveram em Moscou durante a Segunda Guerra Mundial como ativistas comunistas, compreenderam as tragédias provocadas pelo comunismo e terminaram a vida profundamente desencantados. O próprio Vladimir foi seduzido pelo marxismo (especialmente pelo neo-marxismo da Escola de Frankfurt) até deixar a Romênia, aos 30 anos de idade, em 1981. Ele se tornou professor anti-comunista especialista em estudos soviéticos e do leste europeu quando o marxismo-leninismo estava com força total e chefiou a Comissão Presidencial da Romênia para o Estudo da Ditadura Comunista em seu país, que condenou fortemente as atrocidades do comunismo. O primeiro livro de Vladimir em inglês foi publicado em 1988. O título é revelador – “The Crisis of Marxist Ideology in Eastern Europe: The Poverty of Utopia”. Quando muitos kremlinologistas focavam os seus estudos nas elites comunistas e nos conflitos mortais, Tismaneanu percebeu que o comportamento das elites era explicado pelo sistema de crenças leninista. Os líderes comunistas eram assassinos, sem dúvida, mas eram assassinos com uma ideologia. Nicolae Ceausescu, a quem conheci muito bem, era um comunista fanático que acreditava realmente que o comunismo estava do lado certo da história.

“The Devil In History” é tanto um livro sobre o passado quanto um livro sobre o futuro. Em novembro de 1989, quando o Muro de Berlim foi derrubado, milhões de pessoas gritaram “O comunismo morreu”. O comunismo soviético, como forma de governo, realmente morrera. Mas uma nova geração de pessoas, cujo conhecimento da vida sob o comunismo é pouco ou nulo, está tentando dar a esta heresia, agora vestida em trajes socialistas, uma nova vida na França, Grécia, Espanha, Portugal, Venezuela, Argentina, Brasil e Equador, e poucas pessoas estão prestando atenção a este fato. Em 15 de fevereiro de 2003, milhões de europeus tomaram as ruas, não para celebrar a liberdade desfrutada graças à luta dos americanos para impedir que eles se tornassem escravos soviéticos, mas para condenar o imperialismo americano, conforme descrito em “Empire” (de Michael Hardt e Antonio Negri, Harvard University Press, 2000), livro cujo co-autor, Antonio Negri, um terrorista disfarçado de professor marxista, esteve preso pelo envolvimento no sequestro e assassinato do primeiro ministro italiano Aldo Moro. O jornal The New York Times chamou o atual Manifesto Comunista de Negri de “o livro quente e inteligente do momento”. (David Pryce-Jones, “Evil Empire, The Communist ‘hot, smart book of the moment’”, National Review Online, 17 de setembro de 2001).

Durante 27 anos da minha outra vida, na Romênia, eu estive envolvido em operações destinadas a criar inúmeros Antonios Negris para desempenhar o papel de guerreiros da Guerra Fria em toda a Europa Oriental e usá-los para jogar a região contra os Estados Unidos. “The Devil In History” é um estudo enciclopédico sobre como a máquina de desinformação soviética e pós-soviética usou aqueles Negris para converter o antigo ódio europeu pelos nazistas em ódio aos EUA, o novo poder de ocupação.

Em 1851, quando Luís Bonaparte, o vil sobrinho de Napoleão, tomou o poder na França, Karl Marx disse a sua agora famosa máxima: “A história sempre se repete, a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”. “The Devil In History” documenta os atuais esforços dos esquerdistas para reviver as mentiras soviéticas, e isto mostra a sua ridícula natureza.

“The Devil In History” tem não apenas importância ideológica mas também histórica, pois torna o seu autor, Vladimir Tismaneanu, uma versão americana conservadora de Eric Hobsbawm, o mais respeitado historiador britânico.

Hobsbawm, morto há pouco com a venerável idade de 95 anos, era um polímata erudito, um esplêndido pesquisador e um excelente escritor. Infelizmente, também resolveu ser um marxista profissional e os marxistas são, por definição, mentirosos. Eles são obrigados a mentir porque a realidade de todas as sociedades marxistas tem sido devastadora, a um nível espantoso. Mais de 115 milhões de pessoas foram mortas em todo mundo na tentativa de manter vivas as mentiras do marxismo.

O quarteto de livros mais respeitado de Hobsbawm, “The Age of Revolution” e “The Age of Extremes”, aos quais dedicou a maior parte da sua vida, também são uma mentira: apresentam a história da revolução marxista soviética, evolução e ‘descentralização’ (evolution and devolution) que ignoram totalmente os gulags. São como uma história do nazismo ignorando o Holocausto, ou uma história do Egito desconsiderando os faraós e as pirâmides. Hobsbawm filiou-se ao Partido Comunista Britânico em 1936, e nele permaneceu mesmo após o seu eterno ídolo, a União Soviética, ter sucumbido. Hobsbawm jamais retirou a sua filiação ao Partido Comunista. Ele explicou: “O Partido… teve o primeiro, ou mais precisamente, o único direito real das nossas vidas… As exigências do Partido têm prioridade absoluta… Se ele mandar você abandonar a namorada ou a esposa, você deve fazê-lo”.

Vladimir Tismaneanu também se filiou ao Partido Comunista quando jovem – como eu fiz – mas rompeu com o partido quando o comunismo ainda estava com força total – como eu fiz – e expôs os seus males ao resto do mundo – como eu também fiz. A bem da verdade, devo registrar a minha imensa admiração por Tismaneanu e dizer que o considero um bom amigo, embora jamais tenhamos nos encontrado. Sob o meu ponto de vista, ele é o maior especialista em comunismo romeno e um dos maiores estudiosos do mundo sobre o Leste Europeu. O seu “Stalinism for All Seasons” é o mais amplo estudo sobre o comunismo romeno e o seu “Fantasies of Salvation: Democracy, Nationalism, and Myth in Post-Communist Europe” recebeu o prêmio romeno-americano da Academy of Arts and Sciences. Por sua incansável atividade de pesquisa, Vladimir Tismaneanu tornou-se um membro do prestigioso Institut fur die Wissenschaften von Menschen em Viena, Áustria, e recebeu o título de Public Policy Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars.

A despeito da cobertura da imprensa sobre a corrida nuclear durante a Guerra Fria, nós, no topo do serviço de inteligência do bloco soviético naqueles anos, lutamos, naquela guerra, pela conquista das mentes – na Europa, na esquerda americana, no Terceiro Mundo – pois sabíamos ser impossível ganhar as batalhas militares. A Guerra Fria acabou realmente, mas, diferentemente das outras guerras, não terminou com um inimigo derrotado depondo as armas. No ano 2000, alguns dos meus antigos colegas da KGB tomaram o Kremlin e transformaram a Rússia na primeira ditadura de inteligência da história. Mais de seis mil antigos agentes da KGB estão nos governos russos federal e local. Seria como tentar democratizar a Alemanha com os oficiais da Gestapo no comando.

Vladimir Tismaneanu é o analista político perfeito para os dias de hoje, pois é um especialista nos dois legados, nazista e comunista. A despeito de diagnósticos otimistas e do excessivo wishful thinking, estas duas patologias não estão mortas. O esclarecedor livro de Vladimir Tismaneanu é um antítodo contra os novos experimentos do radicalismo utópico e da engenharia social.



O general Ion Mihai Pacepa, é o oficial de mais alta patente que desertou do bloco comunista. Obteve asilo político nos Estados Unidos. O seu novo livro, Disinformation, em co-autoria com o professor Ronald Rychlak, foi publicado pelo WND Books em junho de 2013.

Publicado no World Net Daily em 8 de julho de 2013.

Tradução: Ricardo Hashimoto

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Os detentores da Hegemonia política campinense

Por: Ricardo Júnior

Na política é comum vermos famílias se perpetuarem no poder por longos anos, parece-me que ainda vivemos no período da republica velha onde as grandes famílias chefiadas pelos coronéis possuíam o poder em suas mãos. Essa política arcaica é marcada por diversas brigas que ao povo nada acrescenta, pelo contrario, atesta o retrocesso eleitoral de determinado lugar.

Assim como na vida, a luta para conseguir eleger-se a um cargo do executivo não é nada fácil, é preciso ter dinheiro (empresariado), um bom partido político, apadrinhamento político (Famílias), carisma e conhecimento dentre o povo e as lideranças comunitárias. Esse é o modelo   base político para poder chegar com uma certa força em um  pleito eleitoral. Essa é a infeliz realidade eleitoral que irei retratar da política Campinense, e claro esse modelo base está presente em milhares de cidades espalhadas por todo o  Brasil.

Aqui como em muitos lugares  as famílias políticas são tidas como verdadeiros times de futebol, com direito a fã clube de apaixonados e verdadeiros torcedores que dão o seu próprio sangue em prol destes. As pessoas que não tem um amadurecimento cultural e político chegam a se atracarem umas contra as outras como foi em 2012 na disputa pela prefeitura Municipal, vários confrontos entre facções políticas em militância sucederam-se na cidade, tudo isso é fruto do fanatismo cego que arruína nossa cidade e qualquer outra, pois para o  crescimento de uma nação, estado ou município nada melhor do que se ter eleitores conscientes, no caso de Campina Grande os conscientes são a minoria.
Vital do Rêgo, Enivaldo Ribeiro e Ronaldo Cunha Lima.

Em Campina Grande temos duas grandes forças e uma terceira emergente, Cássio Cunha Lima (PSDB), Veneziano Vital do Rêgo (PMDB) e a emergente Daniella Ribeiro (PP), cada qual representando suas respectivas famílias. Toda essa rivalidade começou num passado não tão obstante (Década de 80 a 90) com os patriarcas dessas famílias (acima citadas em negrito).
 Ronaldo Cunha Lima, Antônio Vital do Rêgo e Enivaldo Ribeiro, ambos se digladiavam pelo poder,
claro que com o passar do tempo o cenário político mudou, não vou entrar em detalhes para não gerar delongas até porque são muitos detalhes.

Hoje é cada família por si, no passado houveram alianças entre os Ribeiros e os Rêgos contra a família Cunha Lima, e depois ambas migraram para aliados da mesma. Com o desgaste do tempo a família que mais sofreu politicamente em relação as urnas foi a família Ribeiro, a família Vital do Rêgo emergiu-se do esquecimento com a eleição de Veneziano para prefeito em 2004, e a família Cunha Lima foi a única que se manteve firme e forte todo esse tempo. Cássio hoje é a maior liderança política da Paraíba, isso é um fato inegável, Veneziano a nível estadual cresce a cada dia, (Vale salientar que Veneziano é pré-candidato ao governo do estado em 2014) e Daniella está emergindo a nível municipal, pois desde Enivaldo nunca mais nenhum Ribeiro fora eleito prefeito de Campina Grande.

Eleições 2012
Em 2012 ficou evidente essas três forças, Daniella Ribeiro não conseguiu chegar ao segundo turno, porém provou que mesmo em uma legenda de menor expressão e sozinha tem muitos votos, uns advindos dela mesma e outros dos simpatizantes de seu pai, Veneziano por sua vez não conseguiu eleger sua candidata a sucessão, todavia a levou para o segundo turno e  não obteve a virada tão esperada que ocorrera em tempos de outrora, por outro lado Romero Rodrigues que foi apadrinhado pelo grupo do Senador Cássio Cunha Lima saiu vitorioso no pleito com cerca de 130 mil votos, quebrando um ciclo de 8 anos de governo do Pmdbista.



Veneziano Vital do Rêgo, Daniella Ribeiro e Cássio Cunha Lima.


Usando um pouco dos números entendemos que são 20 anos de governo Cunha Lima a frente do município, 8 anos dos Rêgos e 7 anos dos Ribeiros.

Dos patriarcas apenas o Enivaldo Ribeiro esta vivo, Ronaldo Cunha Lima e Vital do Rêgo ambos já faleceram.

Curiosidades: As eleições de 1982 e 2004 foram segundo os campinenses as disputas mais marcantes para a prefeitura da cidade.

1982: Ronaldo derrota Enivaldo e Antônio Vital do Rêgo, mesmo a dobradinha tendo o maior poder aquisitivo e a prefeitura nas mão, porém do outro lado se tinha Ronaldo com seus versos emblemáticos que encantavam como nunca o povo campinense.

2004: Veneziano mesmo após ter perdido a eleição para deputado federal no pleito de 2002, fora indicado como o candidato do PMDB, candidato o qual  quebraria o ciclo de 20 anos de governo Cunha lima sob Campina Grande, Veneziano enfrentou Rômulo Gouveia candidato apoiado pelo então governador do estado Cássio Cunha Lima.  Rômulo perderia de virada no segundo turno com uma diferença de 791 votos, Veneziano não contou com o apoio de seu pai  AntônioVital do Rêgo nesse pleito.


Para finalizar tenho uma pergunta que não quer calar, quando essa briga irá acabar? Só Deus sabe... enquanto isso o povo segue dividido e Campina Grande em pé de guerra. Presumo que por debaixo dessa ponte muitas águas irão passar.





sábado, 4 de janeiro de 2014

Vídeo de 1975 mostra como a Globo elogiava a ditadura com a voz de Cid Moreira

Os laços entre a Globo e a ditadura militar podem ser recordados num vídeo governamental de 1975 em que, com a locução de Cid Moreira, é feito o elogio do golpe.






Comentário:  Não é nenhuma novidade que a globo trabalhava para a ditadura militar, ainda hoje ela trabalha, só que para outra ditadura, a ditadura "democrática" onde temos no governo um partido de esquerda. A rede globo assim como no passado ainda continua a influenciar milhões de brasileiros que são nada mais que suas vítimas ao invés de serem seus  telespectadores, quem esquece dos comentários ofensivos do Arnaldo Jabor sobre os protestos que ocorreram durante a copa das confederações? (Relembre no link em seu nome). "Globo  e você não queira ter nada haver"


Por: Ricardo Júnior