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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Top 10 exércitos mais poderosos


Rankings de poderio bélico são polêmicos, mas, em qualquer lista desse tipo, quem aparece no topo é o exército dos Estados Unidos. Além de armas arrasadoras, os americanos têm um efetivo de 1,4 milhão de soldados e torram uma fortuna com os militares: por ano, são 329 bilhões de dólares, o que dá 1.138 dólares por habitante, um dos maiores gastos do mundo.

Eleger o senhor dos exércitos foi fácil, mas descobrir o resto do ranking nem tanto. A lista foi feita com base nas informações do Instituto Internacional para Estudos Estratégicos (IISS, na sigla em inglês). Das estatísticas do IISS, foram tirados três dados comparativos: o efetivo de cada exército, os gastos militares totais e per capita e a tecnologia e o poder dos armamentos. Obs.: Os números desta lista podem estar desatualizados, pois são dados do IISS do ano de 2002.

Esta lista foi extraída e adaptada do Mundo Estranho.

10 - Israel 
Soldados do exército de Israel caminhando no deserto

O exército israelense conta com efetivo de 161.500 soldados, gasto militar anual de 9,4 bilhões de dólares (1.499 dólares por habitante) e armas nucleares. Pequeno e pouco populoso, Israel se envolveu em conflitos com os vizinhos árabes e resolveu se armar até os dentes. Para compensar a inferioridade numérica, os israelenses optaram por qualidade: suas tropas estão entre as mais bem treinadas da Terra, a Força Aérea dispõe de tecnologia de ponta e a experiência em combate fez o país desenvolver algumas das melhores armas disponíveis, como o tanque Merkava.


9- Coréia do Sul.

Mulheres do exército da Coréia do Sul treinando com baionetas

O exército sul-coreano conta com efetivo de 686.000 soldados, gasto militar anual de 12 bilhões de dólares (266 dólares por habitante) e não possui armas nucleares. Graças à proteção dos Estados Unidos, o país atingiu níveis econômicos, científicos e tecnológicos muito superiores aos do vizinho do norte. Por causa da crise com os comunistas, a Coréia do Sul mantém Forças Armadas poderosas em prontidão na fronteira, embora não tenha armas atômicas. O equipamento é de alta qualidade, comprado dos americanos ou desenvolvido localmente com ajuda ianque.

8- Paquistão

Militar do exército do Paquistão atirando com metralhadora de chão

O exército paquistanês conta com efetivo de 620;000 soldados, gasto militar anual de 2,5 bilhões de dólares (17 dólares por habitante) e possui armas nucleares. A maior potência militar muçulmana tem economia e população inferiores às da rival Índia, mas, para criar um “equilíbrio de terror” no sul da Ásia, o Paquistão também investiu em armas nucleares. Pouco se conhece sobre as armas atômicas ou sobre o tamanho do arsenal do país. Mas a existência da bomba dos dois lados da fronteira tem forçado Índia e Paquistão a uma convivência tensa – e “pacífica”, na medida do possível.

7- Índia

Tanque de guerra do exército da Índia

O exército indiano conta com efetivo de 1.298.000 soldados, gasto militar anual de 13 bilhões de dólares (13 dólares por habitante) e possui armas nucleares. O segundo país mais populoso do planeta sempre esteve em briga com seus vizinhos muçulmanos. Hoje, o maior rival é o Paquistão, com quem disputa terras na região da Caxemira. As aguerridas tropas indianas estão entre as mais bem equipadas dos países emergentes. Além de muitos soldados, a Índia tem armas nucleares e mísseis para transportá-las.

6- Coréia do Norte

Estátua em bronze de soldados do exército da Coréia do Norte

exército norte-coreano conta com efetivo de 1.082.000 soldados, gasto militar anual de 4,7 bilhões de dólares (214 dólares por habitante) e possui armas nucleares. Assolado pela pobreza e pela fome, este país sustenta um dos estados mais militarizados do planeta. Envolvidos em disputas de território com a Coréia do Sul desde a década de 40, os comunistas do Norte contam com tropas numerosas, com muito armamento convencional. Nas últimas décadas, o país desenvolveu tecnologia para produzir armas nucleares.

5- Reino Unido

Soldados do exército da Inglaterra atirando

exército britânico conta com efetivo de 210.400 soldados, gasto militar anual de 35 bilhões de dólares (590 dólares por habitante) e possui armas nucleares. Até a Segunda Guerra (1939-1945), a Grã-Bretanha era a maior potência naval da Terra. Depois do conflito, a Marinha Real encolheu, mas ainda é uma das principais do mundo. O Exército sempre foi pequeno, mas é um dos mais profissionais do planeta, bem equipado com tanques, blindados de transporte de pessoal e uma parafernália de mísseis.

4- França

Helicóptero do exército da França em missão militar

exército francês conta com efetivo de 260.400 soldados, gasto militar anual de 38 bilhões de dólares (636 dólares por habitante) e possui armas nucleares. Para se proteger da ameaça comunista na Guerra Fria, os franceses criaram uma força nuclear própria com os três meios clássicos de lançar armas atômicas: mísseis em terra, em submarinos e em aviões. A indústria de defesa é uma das principais da Europa, produzindo tanques de ótima qualidade, como o Leclerc, e aviões clássicos como os das séries Mirage.

3- China

Soldados do exército da China treinando com tronco de árvore na chuva

exército chinês conta com efetivo de 2.270.000 soldados, gasto militar anual de 48 bilhões de dólares (37 dólares por habitante) e possui armas nucleares. O país mais populoso da Terra conta com bom número de armas nucleares e sempre teve Forças Armadas numerosas, mas o nível pouco sofisticado de sua indústria não permitia equipar as tropas com armas de última geração. Isso mudou recentemente: o salto econômico e a relativa abertura política das últimas duas décadas levaram a China a investir na modernização do arsenal.

2- Rússia

Ataque com veículos de guerra do exército da Rússia

exército russo conta com efetivo de 988.100 soldados, gasto militar anual de 48 bilhões de dólares (333 dólares por habitante) e possui armas nucleares. O maior herdeiro da ex-URSS possui exército numeroso e pesquisa militar de ponta, mas tem poucos recursos para comprar equipamentos. A vocação por números astronômicos diminuiu: durante a Guerra Fria, a URSS chegou a ter 5,3 milhões de soldados – um recorde – e produziu mais de 70 mil tanques das séries T-54/T-55/T-62. Eles eram inferiores aos modelos ocidentais, mas podiam levar a melhor pela quantidade.

1- Estados Unidos

Desfile com veículos de guerra do exército dos Estados Unidos

exército estadounidense conta com efetivo de 1.414.000 soldados, gasto militar anual de 329 bilhões de dólares (1.138 dólares por habitante) e, claro, possui armas nucleares. Única superpotência militar depois do colapso soviético, os Estados Unidos são donos da mais poderosa esquadra do globo, que tem uma dúzia de porta-aviões gigantes, a maioria de propulsão nuclear. O país conta ainda com o maior arsenal nuclear e modernos armamentos operados por computadores e guiados por satélites.

BÔNUS

Brasil

Militares do exército do Brasil planejando em frente a um helicóptero

O exército brasileiro conta com efetivo de 287.600 soldados, gasto militar anual de 9,6 bilhões de dólares (55 dólares por habitante) e não possui armas nucleares. Não dá para cravar uma posição para o Brasil no ranking mundial de exércitos, mas dá para fazer algumas comparações. Numericamente, nossas tropas são as maiores da América do Sul. Tecnologicamente, somos semelhantes aos vizinhos. Com fronteiras bem definidas, não há grandes rivalidades regionais. Por isso, o país não tem o mesmo “estímulo” para investir em armas que outros países brigões.


Fonte:www.historiadigital.org

terça-feira, 26 de novembro de 2013

A guerra civil brasileira

Não  se pode ficarmos imparciais na situação atual, ou estamos do lado da policia, ou estamos do lado dos bandidos!

Por: Ricardo Junior
Estamos vivenciando um período de constante insegurança, a violência já tomou conta dos centros urbanos e rurais. A sensação de medo é comum entre os brasileiros, estamos nos deparando com um verdadeiro estado de guerra, o tráfico tem matado milhares de jovens e adolescente por todo o país, a sociedade esta coagida pelo crime organizado, toque de recolher, arrastões em praias e restaurantes, assassinatos, entre tantos outros atos de violência que a cada dia nos surpreendem.


Tomada do complexo do Alemão


O crime está cada vez mais comum em nosso meio, os valores sociais estão se perdendo com o andar da carruagem, os poderes públicos pouco fazem para impedir a imperatividade dos criminosos. O nosso aparelho repressivo ao crime organizado está muito frágil, enquanto um policial possui uma pistola .40, e poucos são os detentores de fuzis, os chamados "grupos especiais", já os bandidos estão armados até os dentes, com sub-metralhadoras, fuzis de uso restrito das forças armadas, granadas, e etc. Como  o policial irá sair as ruas para o combate diário a esses criminosos se o estado não lhe da condições? O senso de inferioridade arsenal já está contido na mente do policial, pois a realidade é evidente, só não vê quem não quer, e essa é a pior cegueira. O policial já sai em operação inseguro, e muitos dão a vida pela nossa segurança, e o estado não os reconhecem. O ideal seria que todos os carros da policia fossem blindados mas isso é um lucro para poucos, o que seria da nação se não fossem as forças armadas? O que era papel da policia terminou sendo do exercito, como no caso das ultimas operações da tomada do complexo do alemão, e quando tem eleição? Por que não confiam na policia? A policia é descredibilizada pela falta de preparo e investimento, o governo é tão ciente disso que as operações de peso refletem toda essa questão. 

São delegacias em pleno estado de abandono, viaturas sucateadas, armamentos precários e de pouco poder arsenal, salários lá em baixo, o que facilita e muito para a corrupção dentro dessas instituições, falta de treinamento adequado a toda corporação, é lamentável analisar que em alguns casos há a conivência entre policiais corrompidos pelo sistema e bandidos, essa relação nos remete a um agravante ainda maior, pois como apostar na policia, se ela mesma não tem segurança própria, e se ela não tem segurança própria, como ela irá passar a tal para a sociedade?

Os chefões do crime organizado mandam e desmandam de dentro das celas de segurança máxima, propinas são pagas a agentes penitenciários, outra classe que também não recebe uma boa remuneração. O que era pra se manter esses bandidos de alta periculosidade longe do contato social, terminou por não cumprir com o oficio, porque eles estão diretamente ligados ao controle das ações mesmo lá das cadeias, eles não estão de corpos presentes, porém as ações de seus grupos refletem o seu poderio sob a sociedade. Já imaginaram se o Fernandinho Beira-mar por exemplo; amanhecer encontrado morto em sua cela? A onda de violência pelas gangues que ele controla,(me permitam citar o "Comando Vermelho"), seria grandiosa.

Permitam-me refrescar a mente dos leitores: Em 2006 o PCC mostrou sua força e tocou o  terror, o estopim teria sido uma resposta a decisão do governo do estado de São Paulo de isolar líderes da facção com o objetivo de desmontar a articulação da mesma colocando-os em presídios de segurança máxima. Imaginem um dos grandes líderes dessas organizações criminais assassinado?A onda de violencia seria triplicadamente em relação a onda de ataques que se sucederam em 2006. Fora os que moram em terror constante, com os toques de recolher, e ainda secretários de governos asseveram  que o estado tem o controle da situação? Paciência meus caros, papafigo engana menino. No final da postagem colocarei videos dos ataques do PCC em 2006, entre esses vídeos postarei  a recente tomada do complexo do Alemão, problemas nos sistemas carcerários e entre outros problemas.


Entram governantes e saem governantes e a situação não muda, o que vamos fazer? A solução todos já sabem, investir em educação, melhorar os aparelhos repressivos contra o crime organizado, dar condições viáveis para as instituições, buscar tira-las da corrupção, aumentar o efetivo de policiais, investir na recuperação dos nossos apenados, em fim... não é uma tarefa fácil, porém, se entra governo e sai governo e a  situação não muda, então está mais que na hora dos cidadãos agirem pelo bem comum, se querem sair vivos dessa guerra civil é melhor serem verdadeiros seres políticos, pois se não nos mobilizarmos com protestos, e muita pressão pra cima de quem elegemos e que muitas das vezes endeusamos nos períodos eleitorais, nada irá mudar, ou se está do lado da policia, ou do lado do crime, não existe imparcialidade nesse contexto, pois a vitima somos todos nós.

 No entanto uma lição levamos de tudo isso, basta o governo querer pra resolver essas questões, vejam que os problemas no complexo do Alemão, um famoso morro carioca  foi  parcialmente resolvido, e essa resolução pode ser um modelo a ser seguido em todo o país, até quando o exercito será o salvador da pátria? O pior é que uma vez que morros ocupados pelas UPP'S os traficantes terão poucas opções, irão ter que migrar para as pequenas cidades, para o nordeste do país, ou recomeçar ao modelo de trafico de antigamente, nas ruas centrais das grandes cidades, porque eles ali no morro ficam mais isolados, isso não implica dizer que só fiquem la, não é bem assim, porém o QG do tráfico é distante da grande maioria, então ao efetuar tais operações como a exemplo da ocupação dos morros pela polícia, é preciso analisar para onde irão esses traficantes, é preciso uma solução mais eficaz, pois não podem permitir que  ocorreram esses êxodos, destarte os criminosos só estarão mudando de endereço.

Em 2014 peço que analisem em quem irão delegar os seus votos, pois o nosso futuro depende de nós. Os nossos políticos são modelos da nossa sociedade, eles emanam do povo, e se o povo é corrupto, consequentemente os políticos chamados de "representantes do povo" será mais ainda, acompanhem programas eleitorais, escutem mais a voz do Brasil, é sempre bom estarmos informados de tudo que está acontecendo em nossa volta, atualmente o povo padece de informação, não por falta de opção, e sim por opção própria mesmo. Vejamos que a informação chega a todos nós, não acesse a internet apenas para olhar os status do "facebook", ou ver o falido "orkut", aproveite e leia sites informativos, leiam blogs, formem opiniões lendo os temas que você desconhece, e busque não somente ler um lado da moeda, leia algo contra e outro a favor de tal tema, não seja mais um imbecil ocupante da terra, seja um cidadão com opinião própria, e tomem muito cuidado com a mídia manipuladora, pois ela é a escória da sociedade.

Já asseverei em outra postagem, e retornarei a asseverar,  a situação que passamos hoje os culpados somos todos nós, pois é impossível existir governo sem povo, é impossível haver nação sem governo, somos seres políticos, e temos que exercer o nosso dom, pois aquele que não se interessa por política será facilmente dominado por outro que se interessa. Bote a cabeça pra funcionar!

Abaixo vídeos relacionados ao tema abordado:
















sábado, 23 de novembro de 2013

Ulysses Guimarães o caçador de nuvens

Por: Ricardo Júnior

"Nada mais distante de um comunista, ou de um facista do que um liberal, e assim era o Dr
Ulysses Guimarães, com valores humanos levados até as últimas de suas consequências". Palavras proferidas com muito carinho pelo renomado jornalista Luiz Gutemberg ao falar de seu amigo.
Deputado Ulysses Guimarães e a constituição cidadã

O Dr. Ulisses, um dos maiores políticos brasileiros, Ulysses Silveira Guimarães ou Ulisses Guimarães nasceu em Rio Claro-SP, no dia 06 de Outubro de 1916, filho de Ataliba Silveira Guimarães e de dona Amélia Correa Fontes foi casado com dona Ida de Almeida Guimarães e teve dois filhos, Tito Enrique e Celina Ida; Ulisses Guimarães faleceu em 12 de Outubro de 1992.

Formou-se advogado pela Universidade de São Paulo (USP), em 1940. Antes de ingressar na política, foi secretário da Federação Paulista de Futebol. Elegeu-se deputado estadual em 1947, pelo Partido Social Democrático (PSD). Três anos depois, passou a ser deputado federal, função que exerceu durante 11 mandatos consecutivos. Foi presidente do MDB e PMDB durante vários anos e seu presidente de honra. Em 1987, o parlamentar comandou a Assembléia Constituinte. Candidato à Presidência em 1989, não obteve sucesso, mas marcou a história do País. Ulisses Guimarães morreu (desapareceu) no Rio de Janeiro, em 12 de Outubro de 1992.

O "senhor diretas" era  assim chamado pelo povo que ele incitava a ir as ruas lutar pelas diretas já, Ulysses Guimarães não era somente conhecido pela sua liderança a frente do MDB, era também dono de frases emblemáticas de nossa história, um verdadeiro filosofo político, assim analisado por muitos. Confira abaixo algumas delas:

"...Política não se faz com ódio, pois não é função hepática. É filha da consciência, irmã do caráter, hóspede do coração. Eventualmente, pode até ser açoitada pela mesma cólera com que Jesus Cristo, o político da Paz e da Justiça, expulsou os vendilhões do Templo. Nunca com a raiva dos invejosos, maledicentes, frustrados ou ressentidos. Sejamos fiéis ao evangelho de Santo Agostinho: ódio ao pecado, amor ao pecador. Quem não se interessa pela política, não se interessa pela vida..." 

"...Como político sou cassador de nuvens fui cassado por tempestades..." 

"Há um grande silêncio neste plenário. Há uma grande ausência nestas salas e corredores. Não obstante o silêncio e a ausência, silêncio que perturba os nossos ouvidos, ausência que fere os nossos olhos, a voz forte de Ulysses Guimarães ecoa na consciência moral deste Parlamento, de nosso povo e do nosso tempo."

Essas são as frases que o tornava ainda mais admirável pelo senso popular.

Ulisses Guimarães morreu (desapareceu) em 12 de outubro de 1992, num acidente de helicóptero nos mares do Rio de Janeiro. Era uma segunda-feira, feriado nacional, dia de Nossa Senhora Aparecida, a padroeira do Brasil. O helicóptero Esquilo, prefixo PT-HMK, que transportava os casais Ulisses Guimarães e Severo Gomes caiu 30 minutos depois de levantar vôo em Angra dos Reis, litoral do Rio de Janeiro, com destino a São Paulo.

O grupo retornava de um fim de semana na casa do empresário Luís Eduardo Guinle, no condomínio Portogallo. Severo, ministro da Agricultura do governo Castelo Branco e da Indústria e do Comércio do governo Geisel, rompera em 1977 com o regime militar, em 1979 filiara-se ao MDB e tornou-se um dos grandes amigos de Ulisses.Durante várias horas a nação viveu a expectativa de que Ulisses poderia aparecer com vida. Em vão. Com lágrimas nos olhos, o presidente da Câmara dos Deputados, Ibsen Pinheiro, na terça-feira, dia 13, reconheceu a tragédia. O Congresso preparou-se para receber os restos mortais do seu mais ilustre personagem. O corpo não foi encontrado, mas a morte foi oficialmente reconhecida. O país entrou em luto.

A revista Veja de 21 de outubro de 1992 trouxe em sua capa a silhueta de Ulisses em um fundo preto com os dizeres: "Por quem os sinos dobram - Ulisses Guimarães (1916-1992)". Ulisses Guimarães, aos 76 anos, morreu em plena militância política. Não pensava em se recolher ao papel de reserva moral do país: "Estátua, não! Estátua só serve para passarinho fazer cocô em cima da cabeça." Durante a curta estada em Angra, não deu tréguas ao seu projeto de lutar por um país melhor. Ali, em longa conversa telefônica com o presidente Itamar Franco, reafirmou seu compromisso de ajudá-lo na manutenção da governabilidade. Era importante fazer com que as pressões políticas do PMDB por cargos no ministério diminuíssem. Com o amigo e companheiro Renato Archer, ainda em Angra, discutiu os rumos da campanha parlamentarista, sua última causa. Politicamente ambicioso, Ulisses admitia que adorava se reconhecido e aclamado pela população. "Adoro o poder. Tenho fascínio pelo poder", costumava dizer. Não conseguiu realizar o sonho maior de ser eleito presidente do Brasil, mas como ele próprio desejava, morreu lutando. "Eu não quero morrer de raiva, nem de mágoa, nem de doença. Eu quero morrer na luta."

O "Senhor diretas" jamais cairá no esquecimento, pois seus valores morais, éticos, e democráticos estarão mais vivos do que nunca no coração de cada  brasileiro(a), e esses valores só irão se perder, se por acaso não forem encontrados por seus possuidores. Atualmente em nossa atual conjuntura política pouco temos produzidos políticos como Ulysses, Tancredo e tantos outros, vivemos numa escassez política das grandes, a nação perdeu um grande estadista, todavia ganhou um grande mito, respeitado e admirado por toda a nação.





Homenagem "O Berço do Herói":

Ulisses Guimarães não passará para o segundo turno, mas cada voto depositado em cada urna deste país é uma homenagem ao bravo comandante da resistência democrática, é um tributo ao patriarca da transição, é uma reverência ao homem que permitiu o encontro do Brasil consigo mesmo.

A hora revela os gigantes e revela os anões. Quando o arbítrio, a prepotência eram palavra de ordem, a figura de Ulisses Guimarães se agigantou no estado de direito, das liberdades públicas e sociais, do direito do Homem. O Moisés que não chegaria a tomar posse da terra prometida iniciava perigosa travessia do deserto da ditadura. Sua vara e seu cajado apontavam para o amanhã da plenitude democrática. Nesse tempo das nuvens negras, era o manto do profeta solitário. Chefe de uma punhado de aguerridos companheiros e companheiros entrincheirados no antigo MDB, que abrigava e protegia os perseguidos de toda sorte, os que sofriam por amor a justiça, a família dos exilados e dos desaparecidos até nos porões, já nesse tempo de ferro e de fogo

Ulisses Guimarães conheceu a traição. Traição que ronda os grandes porque é a moeda corrente dos pequenos, os trinta dinheiro dos pusilânimes Ao réptil, repugna a coluna vertebral erecta e vertical, a história reserva o limbo do esquecimento para esses, já que não têm o requisito final do amor próprio necessário para buscar a redenção, como Judas na ponta da corda. O Traidor é a própria circunstância. Desprezível em vida e na morte.

Ulisses Guimarães não passará para o segundo turno. Mas, nos dias sóbrios, lutou contra tudo e contra todos em defesa de um país civilizado. Percorreu o Brasil como um bandeirante da liberdade. Enfrentou cães e beliguins, esbirros e mastins. Nas praças carregava o respeito da população desarmada, enquanto era ignonimamente evitado por antigos companheiros, então dedicados à inglória tarefa de lamber a bota de plantão no centro do poder. Ulisses Guimarães não passará para o segundo turno. Mas nesse momento doloroso da nossa história, passou a encarnar sobranceiro e corajoso, a própria história e passou e encarnar também a própria sociedade civil na luta contra o autoritarismo e a exceção da ditadura.

Sob o comando desse Moisés moderno e brasileiro, a ditadura foi enterrada na lata de lixo da história. A mesma lixeira que guarda os traidores, o trânsfugas e os acovardados de toda espécie. Representando o anseio nacional por DIRETAS JÁ, Ulisses teve a grandeza de ceder o lugar a Tancredo Neves na campanha das eleições indiretas que este conquistara. Ulisses combateu o bom combate, guardou a espada.

A história, no entanto, nos reservou a morte de Tancredo Neves e a subida de seu vice. O patriarca da transição tomou então, em suas honradas mãos, a missão de chefiar a elaboração da lei. Ulisses Guimarães não passará para o segundo turno. Mas, com o destemor cívico e moral, conduziu o congresso nacional em um momento difícil, guardou a lei, quando os traidores de sempre, prostituíam o lema do doce São Francisco de Assis e reduziam o lema (É dando que se recebe) na senha dos mercadores rebutins, na linguagem da pilhagem, no dístico dos traficantes de despojos.

Com a chegada a fronteira, Ulisses Guimarães não atravessará o Jordão como o chefe do povo que libertou, candidato a presidente novamente, foi traído pelos bajuladores de ontem, pelos covardes de sempre: o peito que manteve a chama da esperança também abrigou víbora. É o destino dos heróis, é o fardo dos gigantes, é a sina dos profetas. Ulisses Guimarães não chegará ao segundo turno. Mas este povo, ganhe quem ganhar as eleições, tudo fará para impedir qualquer manobra que viole a lei, que arranhe o estado de direito, que permita o casuísmo, que ameace as liberdades democráticas.
Alguém já lamentou a pátria que não precisa de heróis. Mas triste é a pátria que não possui um Ulisses Guimarães entre seus filhos.

Ulisses Guimarães morreu. O mar o quis somente para si, Eternamente.

(Alberico dos Santos - Dois anos após a morte de Ulisses Guimarães).



O socialismo Petista

Esse vídeo  foi retirado do ar pelo PT  e que mostra todo o totalitarismo do partido. Fala da construção do Socialismo Petista, e de suas ideologias disfarçada de "democracia".




quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Menoridade penal em foco

Por: Ricardo Júnior
A violência em nosso país a cada dia vem aumentando e dela estão sendo feitas várias vítimas, sejam elas ricas ou pobres, o povo brasileiro está cansado de tantos assassinatos, roubos, adolescentes envolvidos com o crime organizado, explosões a bancos e etc.
Os brasileiros estão com receio em sair nas ruas pois a insegurança esta imperando em nosso meio, não sabemos a quem recorrer, aqueles que deveriam está garantindo o nosso direito de segurança pública não estão nem aí para a situação, muitos destes governantes negam inclusive que o índice de violência esteja alto, como foi o caso do governo paraibano que alegou a imprensa que "tais índices são meros exageros da oposição, para tentar manchar a brilhante atuação do governo".



A questão da violência é hoje um dos principais focos nas rodas de debates tanto no poder judiciário, quanto por parte do poder legislativo, uma questão que vem gerando bastante polêmica é o caso da diminuição da menoridade penal, o mais enfático defensor da redução é o senador do Espirito Santo Magno Malta do PR que constantemente vem batendo nessa mesma tecla em Brasília, especialistas no ramo criminal afirmam que não adiantará diminuir sem antes investir no melhoramento do sistema prisional de forma ampla incluindo a recuperação de todos os detentos, já para outros, é uma questão de emergência, pois o menor infrator se sente protegido pela lei para poder cometer barbáries com a sociedade.

Uma pesquisa feita pelo Data Folha divulgada em Abril de 2013 mostra que 96% da população brasileira é a favor da diminuição da menoridade penal, e apenas 4% é contra. Os cidadãos brasileiros na verdade querem um basta na violência, e uma certa parcela de 3,5% dos crimes cometidos são de menores infratores, porém sabemos que os traficantes colocam os adolescentes como verdadeiros escudos para se protegerem das punições.
Na verdade estamos perdendo muitos jovens e adolescentes para o crime organizado, o governo tem sua parcela de culpa? Claro que tem, como também a questão de entrar para o crime organizado é uma escolha, a vida do crime é mais fácil para se manter financeiramente do que aquele que trabalha honestamente todos os dias.

Humanistas defensores do ECA alegam que o "menor infrator é mais uma vítima da sociedade", a vítima da vez somos nós cidadãos que com o suor do nosso trabalho obtemos o nosso carro, nossa casa, entre outros bens privados e vem um menor infrator que optou pela vida do crime e leva tudo, e em alguns casos como se não bastasse levam até vida de pais de famílias. Não acredito que o ser humano em 100% dos casos seja produto do meio, pegando o exemplo dos menores infratores acredito que eles escolheram em qual produto do meio se encaixar, desta forma quantas pessoas crescem em favelas, sem moradia digna, escola de qualidade, sem grandes oportunidades como por exemplo; ingressar para uma faculdade escolhem pelo menos trabalhar e ganhar seu dinheiro de forma honesta? A grande maioria esmagadora, em todo rebanho sempre existirá as ovelhas negras, isso é um fato!

Nossos adolescentes não são as crianças que a CF/88 prevê, essas crianças estão tendo acesso a informação através da tecnologia, estão transando cada vez mais cedo, estupram, matam se dó, e quando são apreendidos la vem o pessoal do ECA asseverar que são crianças, eles são crianças depois de presos, porque na rua todos são cabra machos, quanta hipocrisia BRASIL? Essas crianças assustam os detentos que já estão nos presídios, essa é a grande verdade.

É evidente que os governantes não vem cumprindo com o seu papel, não há investimentos no setor educacional e muito menos no sistema carcerário, os menores infratores não podem ficar impunes, porém é preciso um investimento nos nossos presídios, não somente em sua estrutura física para comportar a nova demanda,  como também na forma que  são administrados, as políticas de ressocialização devem ser aprimoradas, medidas sócio-educativas devem ser adotadas, sabemos que o sistema atual não recupera 5% dos detentos, isso é um dado preocupante para todos os cidadãos, e o que os governantes  tem feito para melhorar essa realidade? Absolutamente nada.

Não adiantará reduzir a menor idade penal  se o sistema carcerário é precário, pior ele se tornará com a chegada dos menores infratores, o que hoje é superlotado, amanhã será megalotados, e as condições de convivência nesses lugares se tornará cada vez mais sub humanas. O presidio do Serrotão que fica localizado na cidade de Campina Grande PB por exemplo; segundo um relatório da Comissão de Direitos Humanos, divulgado em junho deste ano, o presídio destina-se a presos definitivos e tem capacidade para 350 apenados, mas abriga atualmente 698 presidiários. Eles estão distribuídos em nove pavilhões.A realidade do presidio paraibano é a mesma realidade de muitos outros presídios por todo  país.
Se o poder legislativo é a favor da redução, então  já comecem de hoje a cobrar dos governadores, e do próprio governo federal, ações para melhorar toda essa situação, e as verbas que serão destinadas para tais governos sejam monitoradas para que não ocorra desvio de verba, uma realidade lastimável do nosso país.

Abaixo veja alguns posicionamentos de políticos e especialistas sobre o tema:

Senador Magno Malta  PR - ES



Deputado Federal Jair Bolsonário PP - RJ




Especialistas que são contra a menor idade penal



Professora Nancy Cardía do núcleo de estudos da violência da USP


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Fazendeiros italianos vão conceder 'Prêmio Hitler' a defensores dos animais

Essa é boa, leiam com bastante atenção!

Uma federação italiana de fazendeiros, comerciantes e donos de animais, a FederFauna, decidiu conceder um anti-prêmio, que decidiu chamar "Prêmio Hitler", aos defensores dos direitos dos animais, indicou nesta quarta-feira a FederFauna em seu site.
Este "prêmio" é "para condenar aqueles que violam os direitos humanos em nome desses animais", segundo a federação.
"Hitler era um vegetariano que defendia o amor pelos animais, mas condenou à morte homens, mulheres e crianças, não só judeus, mas também ciganos, homossexuais e tantos outros que não representavam a sua ideologia e seu regime", declarou, de acordo com o site, o ator e diretor de origem judaica Massimo Emilio Gobbi, que entregará o prêmio em 24 de novembro.
"Nós não temos intenção alguma de minimizar a tragédia dos povos" que sofreram perseguição durante o regime nazista, "mas queremos mostrar a analogia e condenar o extremismo que gera danos ao homem", como os protetores dos animais, indicou à AFP Sandra Manzi, porta-voz da FederFauna.
"Não podemos tratar os animais como seres humanos", ressaltou.
A iniciativa foi lançada em 2012, segundo Manzi, e a sede do FederFauna, em Bolonha, foi depredada na ocasião por defensores dos animais.
A cerimônia de premiação está prevista para acontecer em Bolonha, mas o local ainda não foi decidido. O nome do premiado é mantido em absoluto sigilo.

Fonte:http://www.em.com.br

Agora tirem suas próprias conclusões.


As ovelhas do campo e os lobos das colinas

Por: Ricardo Júnior
Um povo sem esperanças, uma depressão eminente, um caos intenso, migalhas de trigo valendo uma fortuna, desemprego em alta, industrias totalmente destruídas, feridas na alma, no corpo, um olhar triste de uma criança com fome e sede, essas características poderiam ser consideradas a situação dos alemães após a 1 Guerra mundial, como também as vitimas do NAZISMO, que dominou por um certo período vários países, levando consigo suas ideologias utópicas, e seus olhares sanguinários de um lobo q busca acabar com as ovelhas do campo.
Campo? Seria esse verde com arvores frutíferas, sons da natureza, animais livres lutando pela sobrevivência, um cenário tipico da normativa cadeia alimentar, ou seria outro tipo de campo? Um campo cercado por grades, barracos sub-humanos, guaritas ao seu redor, animais racionais com suas vestes azul e branco listrado, e um ar nada agradável em sua volta saindo das fornalhas que não paravam de funcionar?

Que relação de campo você imagina que estou falando? O campo natural, ou o campo sub-humano?

Aos que remeteram seus pensamentos ao horror que foi o holocausto, estes acertaram.

Tudo começou em 1933 quando Adolf Hitler recebia a nomeação por parte do então presidente Hindenburg como o chanceler oficial da nação Alemã, um sonho conquistado por uma designação legal pelo presidente.
Morria então a República de Weimar que apesar dos problemas sociais e econômicos, o período na Alemanha foi também de intensa criação artística, no cinema, artes plásticas, teatro e música.

Adolf Hitler (centro) e seu gabinete em 30 de janeiro de 1933.
Começaria então uma política de aversão e repressão aos povos judeus que residiam na Alemanha, era só principio de muito sofrimento, as ações do Führer e sua cúpula Nazista só estaria na fase inicial, pois os planos já estariam traçados desde  "O putsch da Cervejaria em Munique" até o fim do III Reich.

Em 2 de agosto de 1934, Hindenburg morreu. Hitler apoderou-se do seu lugar, fundindo as funções de Presidente e de Chanceler, passando a se auto-intitular de Líder (Führer) da Alemanha e requerendo um juramento de lealdade a cada membro das forças armadas. Esta fusão dos cargos, aprovada pelo parlamento poucas horas depois da morte de Hindenburg, foi mais tarde confirmada pela maioria de 89,9% do eleitorado no plebiscito de 19 de agosto de 1934.
Desde o início, o regime teve oposição interna, tanto civil quanto militar, individual ou coletiva. Hitler sofreu diversos atentados contra sua vida. Como exemplo, em 8 de novembro de 1939, Georg Elser, numa ação solitária, tentou assassiná-lo. Os grupos oposicionistas organizados existentes no país eram pequenos, sem forças e carentes de coordenação central. Este movimento de resistência antinazista interno ficou conhecido genericamente como resistência alemã.
Após ter assegurado o poder político sem ter ganho o apoio da maioria dos alemães, Hitler tratou de o conseguir, e na verdade, permaneceu fortemente popular até ao fim do seu regime. Com a sua oratória e com todos os meios de comunicação alemães sob o controle do seu chefe de propaganda, o Dr. Joseph Goebbels, ele conseguiu convencer a maioria dos alemães de que ele era o salvador da Depressão, dos Comunistas, do tratado de Versalhes, e dos judeus.

Para todos aqueles que não ficaram convencidos, as SA, a SS e Gestapo (Polícia secreta do Estado) tinham mãos livres, e milhares desapareceram em campos de concentração, como o Campo de Concentração de Dachau, perto de Munique, criado em 1933, o primeiro de todos e um modelo para os demais. Muitos milhares de pessoas emigraram, incluindo cerca da metade dos judeus, que fugiram sobretudo para a Inglaterra, Israel (na época chamada de Palestina, sob domínio Inglês) e os Estados Unidos.

Na noite de 29 para 30 de junho de 1934, a chamada "Noite das facas longas", Hitler autorizou a ação contra Ernst Röhm, o líder das SA, que acabaria por ser assassinado. Himmler tinha conspirado contra Röhm, apresentando a Hitler "provas" manipuladas de que Röhm planejava o assassínio de Hitler.
Os judeus que até então não tinham emigrado iriam em breve se arrepender da sua hesitação. Com as Leis de Nuremberg de 1935, eles perderam a sua condição de cidadãos alemães e foram banidos de quaisquer lugares na função pública, de exercer profissões ou de tomar parte na atividade econômica. Foram acrescidamente sujeitos a uma nova e violenta onda de propaganda difamatória. Estas restrições foram mais tarde apertadas mais estritamente, particularmente após a operação anti-semita de 1938 conhecida como Kristallnacht (Noite dos Cristais).

A partir de 1941, os judeus foram obrigados a usar a estrela amarela em público, para serem facilmente reconhecidos e considerados "inferiores" (ver: Triângulos do Holocausto). Entre novembro de 1938 e setembro de 1939, mais de 180.000 judeus fugiram da A partir de 1941, os judeus foram obrigados a usar a estrela amarela em público, para serem facilmente reconhecidos e considerados "inferiores" (ver: Triângulos do Holocausto). Entre novembro de 1938 e setembro de 1939, mais de 180.000 judeus fugiram da Alemanha; os Nazis confiscaram toda a propriedade que ficara para trás.
O resto da história todos nós ja conhecemos, Judeus sendo levados para fora das cidades, em verdadeiros "vagões da morte", para o encontro irremediável com os campos de concentração que de lá, muitos jamais saíram, essas deportações mortais não somente aconteceram na Alemanha nazista, como também em todo o território europeu ocupado pelo III Reich.

Uma vala comum dentro do campo de extermínio de Bergen-Belsen.

Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos. Mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o Holocausto. Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas. Alguns estudiosos afirmam que o assassinato em massa de ciganos e de pessoas com deficiência deve ser incluído na definição do termo e alguns usam o substantivo "holocausto" para descrever outros assassinatos em massa feitos pelos nazistas, como o extermínio de prisioneiros de guerra e de civis soviéticos, poloneses e homossexuais. Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1989, entre dez e onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente assassinados pelo regime nazista.

Assistam a este vídeo:


Onde estavam os cristãos? Por quê a igreja ficou calada perante essas matanças? Quem financiou o vaticano? Essas indagações vamos aprofunda-las e buscar responde-las embasados na história em outra postagem.
"Aqueles que são coniventes aos crimes também são criminosos" - Ricardo Jr

A verdade é explicita, o mundo não aprendeu com a experiencia desagradável do holocausto, o genocídio de milhões ainda é uma realidade presente nos dias atuais, o mundo precisa de paz, e essa paz devemos buscar dentro de nós. Enquanto você lê em seu conforto, milhares de pessoas estão morrendo neste exato momento por causa da nossa omissão, nos preocupamos com nossa situação financeira e social, mas não olhamos para o lado, não nos importamos com o próximo, que tipo de vida você está levando? Isso é humanidade? E pra você o que é  humanidade? A lei da vida é a lei da morte? Os sobreviventes são os mais fortes? Reflitam sobre essas indagações e responda para si, pois o presente e o futuro depende de nós, faça sua parte e tente tornar o seu mundo melhor.